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António Simões Barata

António Barata nome porque era mais conhecido, nasceu na Freguesia e Concelho de Oliveira do Bairro a 6 de Março de 1887.

Ainda de tenra idade imigrou para o Brasil e é de tenra idade que escreve os primeiros versos, sendo conhecidos alguns de 1905.

Apenas com estudos de instrução primária, mas autodidacta por natureza, leva a publicar os seus primeiros trabalhos em prosa e em verso no Brasil em diversos jornais.

Em 1906, aparece como redactor dum jornal manuscrito, mas com capa e contra-capa impressa, "A Crise", que, em Julho daquele ano, se publicava na cidade de Itacoatiara. No ano seguinte, aparece a escrever, ora com o nome de A.B., ora de António Barata e mesmo de Atabar no orgão do pessoal do Avança que lhe dava o nome. Em 1908, colabora amiudadamente, em prosa e verso, nas páginas do jornal "Paládio" (semanário literário, noticioso e de interesses locais), editado no Estado de Amazonas e órgão do Club Recreativo do Itacoatiarense. Curiosamente, em 1911, ainda ali dá à estampa poesias, naturalmente enviadas de Oliveira do Bairro.

Pertenceu à Plêiade Bairradina.

É o autor da letra do Hino de Oliveira do Bairro, com música do padre Joaquim F. Maneta.

Foi presidente da Câmara de Oliveira do Bairro em 1919 e 1920 e presidente da Comissão Executiva da mesma Câmara no ano seguinte.

Foi executante (flauta) da Filarmónica União de Oliveira do Bairro, dela também foi seu dirigente, incluindo presidente da colectividade.

Faleceu a 9 de Abril de 1970 em Oliveira do Bairro.

Colaborou na Imprensa Periódica:

No jornal "O Ideal", "Gente Nova", "Alma Popular", "Bairrada Elegante", "Ecos do Vouga", "O Brado", "Beira-Vouga", "Jornal da Bairrada".

Pseudónimos que usou:

Atabar, Celso, Ex-Celso.

Publicações:

É ainda no Brasil que manda imprimir dois pequeníssimos opúsculos:

  • Em louvor do 1º de Dezembro, 1907, ordem patriótica;

  • "Morte de Ignez", 1908, que dedica "à sua desolada família e à gente da minha terra";

  • Cardos em Flor, 1997, edição a titulo póstumo, do Museu de S. Pedro da Palhaça. Poema "Semeando" contra capa